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Fenda

Ele acordou, sozinho e sem memória, em meio à relva. Tateou, buscou e tentou juntar as peças do enigma: quem ele era? Onde estava? A resposta, porém, era horripilante.

Dia zero

Eu estava no escuro, completamente submerso. Era um estado de não-ser, não-sentir, no qual apenas as estruturas mais fundamentais da minha consciência conseguiam dar significados rudimentares às formas e sons. Era como… flutuar no espaço,… Continue a ler »Dia zero

Táquions

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