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O inverno de 1990 foi um dos piores para os jovens de Providencia. Com chuvas torrenciais, ventos de até 70 km/h, enchentes e estado de alerta declarado em diversos vilarejos, nada podia ser feito a não ser sentir o longo sofrimento das horas trancados dentro de casa. Os amigos Lucas, Thomas, Ana e Sara, todos da mesma turma do colégio, não sabiam mais o que fazer para que as horas passassem. Seus pais, pesquisadores do Instituto de Física da Universidade Estadual de Providencia (UEP) passavam longas horas no laboratório, trabalhando num projeto que os jovens jamais tentaram entender. O que ninguém esperava, no entanto, é que havia algo à espreita lá fora, escondido pelas chuvas torrenciais.